Linguistas consultados sobre o assunto explicam que a diferenciação de gêneros masculino e feminino na língua portuguesa não abarca qualquer tipo de preconceito e tem raízes no latim, língua que originou o idioma, assim como também o francês, espanhol e italiano.
Para os especialistas, essas novas terminações utilizadas por militantes, alterando o uso da língua portuguesa ao inserir outras letras – como “x” ou “e” no lugar de “a” (feminino) e “o” (masculino) – não têm amparo científico.
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